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sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Será que é exatamente assim?...

Cantare È D'amore
Amedeo Minghi
Composição: A. Minghi / P. Panella
Por: Erivalter Moura/BA(via e-mail corporativo)




Come una finzione
Non del sangue ma del rosso,
Acqua e sale e non le lacrime assaggiai,

Arsure come di battaglia,
Di comparse fuoco e paglia,
Ed i cuori son cavalli scossi in noi.

Amarsi è come andare in fuga.
È cosa ho fatto, cosa ho detto mai...

Non è la verità che più la dice e più la dice mai.
È l'illusione mia che è vera

E che scorre fiera tra le dita della vita.
Passa il suono e belle immagini di noi,

Meraviogliosa confusione
Tra i dialoghi e le pose,
E ogni peso appassionato

È un soffio ma non la verità,
Che è sempre un'altra storia ma non lei,

Lei che tra i baci miei d'amore.
È improvvisazione,
Non è vento e non è sole,
Pioggia atroce meglio è che non ci sia.

Amarsi è come arrampicarsi
Su uno schermo di illusione
E poi credere quell'edera realtà.

È le bugie, ragazza mia,
Il naso lungo e il gusto dell'addio.

Non è la verità che più la dici, più la dici mai.
È vita che non sai,
Sarà che come me tu rivivrai
Quando l'amore mio ti canterò.

È quando tutti i giuramenti
Fatti a te saranno inganni
Alla vita che, stupita, sbanderà.

Amarsi è prima di capire,
È rimbambire la ragione in noi,

Non è verità,
Che più la dici e meno baci avrai.

E l'illusione mia che è vera.
E chi ama canta
Tra le voci della vita
L'acqua che si incontra col suo scialacquìo.

Oppure è meglio non cantare,
Muti se non è d'amore
E qualcuno deve farlo e sono io che ti canterò
E come in fuga nel tuo cuore andrò.

Non è la verità
Che più la dici e più la dici mai.
Lei che tra i baci miei d'amore.



TRADUÇÃO:




Como uma ficção,
Não do sangue mais vermelho,
Água e sal e não lágrimas que provei

Como uma batalha a dois
Parecidos fogo e palha
E corações como cavalos a galope dentro de nós.

Amar-se é como andar em fuga
É o que fiz... O que nunca disse...

Não é a verdade que mais a diz, que mais a diz, jamais
É minha ilusão que é verdade

E escorre ferozmente entre meus dedos nesta vida.
Reproduz o som e belas imagens de nós,

Maravilhosa confusão
Entre diálogos e posições
E cada suspiro apaixonado

É um sopro, mas não a verdade,
Pois é sempre outra história, mas não ela

Ela que entre os meus beijos de amor
É imprevisível
Não é vento nem é sol,
Melhor que não seja chuva forte

Amar-se é como agarrar-se
A uma grade imaginária
E crer que aquela "era" é real.

E as mentiras, minha menina
É o gosto do adeus

Não é a verdade que mais a diz e que mais a diz, jamais
É uma vida que você não conhece

Será que como eu tu reviverá
Quando o meu para ti cantar?

E quando todas as juras
Feitas a você são enganos
Da vida que, estupefata, se esvai.

Amar-se antes de compreender
É abobalhar a razão em nós.

Não é verdade
Que quanto mais você falar menos beijos receberá
É minha ilusão que é verdade

E quem ama canta entre as vozes da vida
No som das águas que se encontram
Ou então, melhor nem cantar
Melhor mudos se não for por amor
Mas alguém deve fazer-lo e sou eu quem te cantará
E em fuga andarei em teu coração.

Não é a verdade ao qual mais a diz e mais a diz, jamais

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